Muitos de nós tiveram vidas difíceis. Seja porque passaram por privações materiais ou afetivas. Fato é que crescem e sentem falta daquilo que, sendo um desejo, não pôde ter sido satisfeito. E, então, desejam ardentemente prover àqueles que deles dependem tudo o que lhes faltou: seja a um neto, a um filho, a um sobrinho ou ao filho do melhor amigo! Pensam em tudo o que não tiveram e decidem que aquelas crianças terão a sorte de tê-las. E não há problema nisso. No entanto, muitos de nós, enquanto crescemos, também aprendemos coisas que, refletimos, a nós foram apresentadas tarde demais. Às vezes é a capacidade de falar não, em outras é a descoberta do quanto aprender outro idioma é importante e em tantas outras o quanto é fundamental que tenhamos tempo de qualidade com pessoas que a nós são especiais, pessoas, que um dia, partirão. E, então, pensando a partir desse ponto de vista, quero compartilhar algo que li recentemente no perfil @patibeckz: “E se em vez de comprar para os no...
Por vezes somos exigentes demais. Seja com os nossos filhos, nossos companheiros, nossos colegas de trabalho ou quaisquer outras pessoas que compartilhem conosco nem que seja uma fração da convivência. E nos irritamos quando sentimos que não estão se desenvolvendo. É como se não tivéssemos paciência para ensinar, demonstrar, esclarecer dúvidas e resolver incertezas. Ou então não temos humildade para nos agacharmos, quando necessário, e emprestarmos nossos ouvidos de compreensão àquele que está com dificuldades. Gritamos, vociferamos. Se não com palavras, acontece com gestos e olhares. Expressamos nossa insatisfação e indignação e passamos a ideia de que nunca estamos satisfeitos. Uma ideia verdadeira. Sempre tão altivos, traçamos metas inalcançáveis. Arrogantes, não facilitamos o crescimento de alguém. “Se uma planta não está crescendo, não gritamos com ela, nós a regamos” (Autor Desconhecido) Precisamos ter a paciência e a sensibilidade de um gentil agricu...