Quando somos crianças, e mesmo adolescentes, idealizamos o futuro com certo entusiasmo. Pensamos na liberdade que teremos, nas experiências que poderemos ter, naquilo que seremos e o que faremos com a oportunidade que nos foi dada de viver. Uns sonharam com filhos, outros com uma carreira na música e ainda outros com o encanto de desbravar o Universo! Fato é que muitas eram as nossas idealizações, os nossos gostos e as nossas vontades, bem como nossas habilidades, nossos talentos e nossas aspirações. Entretanto, conforme crescemos, parece que nos distanciamos de tais convicções, parece que nos esquecemos de nossos sonhos e de nossas possibilidades, é como se acabássemos distanciados de nós mesmos e das nossas verdades. Cercados por demandas incessantes, por deverias constantes e por exigências impacientes, é como se simplesmente não ousássemos ser quem verdadeiramente somos. “Você consegue lembrar quem era você antes do mundo te dizer quem você deveria ser?” (Danielle...
Muitos de nós tiveram vidas difíceis. Seja porque passaram por privações materiais ou afetivas. Fato é que crescem e sentem falta daquilo que, sendo um desejo, não pôde ter sido satisfeito. E, então, desejam ardentemente prover àqueles que deles dependem tudo o que lhes faltou: seja a um neto, a um filho, a um sobrinho ou ao filho do melhor amigo! Pensam em tudo o que não tiveram e decidem que aquelas crianças terão a sorte de tê-las. E não há problema nisso. No entanto, muitos de nós, enquanto crescemos, também aprendemos coisas que, refletimos, a nós foram apresentadas tarde demais. Às vezes é a capacidade de falar não, em outras é a descoberta do quanto aprender outro idioma é importante e em tantas outras o quanto é fundamental que tenhamos tempo de qualidade com pessoas que a nós são especiais, pessoas, que um dia, partirão. E, então, pensando a partir desse ponto de vista, quero compartilhar algo que li recentemente no perfil @patibeckz: “E se em vez de comprar para os no...