Às vezes começamos aprender algo, em nossas vidas, e não concluímos. E muitos podem ser os exemplos. Podemos começar um curso de inglês e deixá-lo pela metade. Ou podemos iniciar uma faculdade de engenharia e desistir dela nos primeiros semestres. Em alguns casos, durante o percurso, somos capazes de identificar que aquele não é o nosso caminho: não queremos aprender inglês e engenharia nada tem a ver com a nossa vontade. Recomeçamos. E nessa acabamos nos encontrando em um curso de espanhol ou francês ou descobrimos nossa “vocação” cursando medicina veterinária ou biomedicina… No entanto, em outros tantos casos essa desistência precoce e prematura não se dá porque aquela área não nos encantou. Pelo contrário. Talvez estejamos enormemente encantados, só que a nossa autocobrança excessiva nos impulsiona a iniciar um aprendizado com a sensação de que já precisamos saber. Desistimos do inglês porque não falamos fluentemente e sentimos desconfortos por esse fato nos confrontar na i...
Eu acho que o amor é capaz de mudar mundos. Isso porque gosto de pensar que cada um de nós somos pequenos mundos dentro de um mundo maior. E o amor nos muda. Seja ela qual for, seja ele vivido da maneira que fizer sentido, ele transforma e ele muda. Algo nele nos impulsiona a sermos melhores do que um dia já fomos. Algo nele nos incentiva a buscar pelo melhor que há em nós a fim de oferecê-lo a alguém que, perante os nossos olhos, o merece inquestionavelmente. Olhe para si nesse momento e reflita sobre quando se descobriu amando alguém, ou mesmo algo. Pense no quanto mudou e no quanto se transformou. Pense no impacto que esse sentimento teve em suas ações e gestos. Pense nos desdobramentos que ele trouxe à sua história. Ele não foi mesmo capaz de mudar o impensável? “Ser profundamento amado por alguém lhe dá força, enquanto amor alguém profundamente lhe dá coragem” (Lao Tsé) Já ouvi várias vezes algumas mulheres dizerem que, depois de terem sido mães, tudo...