Pense naquela pessoa especial. Agora pense em como ela toca os seus sentimentos. Pense nas experiências que já tiveram, nas conquistas que compartilharam e nas gargalhadas que juntos soaram. Pense, ainda, nas lágrimas que um derramou sobre o ombro do outro. Pense nos planos que têm construído, pense em seus próprios planos que, você confessa, jamais aconteceriam sem aquela presença. Pense com carinho e pense de verdade. Pense nas brigas que tiveram e em como foram capazes de superá-las. Pense no que foi que os motivou a deixá-las para trás. Talvez você tenha tido que, em algum momento, conceder perdão a essa pessoa especial. E você o fez por ter a noção de que não tê-la mais ao seu lado seria doloroso demais. Então você superou o orgulho e foi capaz de curar o próprio coração para tornar a ter nos braços alguém que, inexplicavelmente, lhe faz experimentar borboletas nos estômago… Para além de pensar nessa pessoa, cuide dessa pessoa, pois um dia ela irá embora, você queira ou nã...
Às vezes começamos aprender algo, em nossas vidas, e não concluímos. E muitos podem ser os exemplos. Podemos começar um curso de inglês e deixá-lo pela metade. Ou podemos iniciar uma faculdade de engenharia e desistir dela nos primeiros semestres. Em alguns casos, durante o percurso, somos capazes de identificar que aquele não é o nosso caminho: não queremos aprender inglês e engenharia nada tem a ver com a nossa vontade. Recomeçamos. E nessa acabamos nos encontrando em um curso de espanhol ou francês ou descobrimos nossa “vocação” cursando medicina veterinária ou biomedicina… No entanto, em outros tantos casos essa desistência precoce e prematura não se dá porque aquela área não nos encantou. Pelo contrário. Talvez estejamos enormemente encantados, só que a nossa autocobrança excessiva nos impulsiona a iniciar um aprendizado com a sensação de que já precisamos saber. Desistimos do inglês porque não falamos fluentemente e sentimos desconfortos por esse fato nos confrontar na i...