Eu
acho que o amor é capaz de mudar mundos. Isso porque gosto de pensar que cada
um de nós somos pequenos mundos dentro de um mundo maior. E o amor nos muda.
Seja ela qual for, seja ele vivido da maneira que fizer sentido, ele transforma
e ele muda. Algo nele nos impulsiona a sermos melhores do que um dia já
fomos. Algo nele nos incentiva a buscar pelo melhor que há em nós a fim de
oferecê-lo a alguém que, perante os nossos olhos, o merece inquestionavelmente.
Olhe para si nesse momento e reflita sobre quando se descobriu amando alguém,
ou mesmo algo. Pense no quanto mudou e no quanto se transformou. Pense no
impacto que esse sentimento teve em suas ações e gestos. Pense nos
desdobramentos que ele trouxe à sua história. Ele não foi mesmo capaz de mudar
o impensável?
“Ser profundamento amado por
alguém lhe dá força, enquanto amor alguém profundamente lhe dá coragem” (Lao
Tsé)
Já
ouvi várias vezes algumas mulheres dizerem que, depois de terem sido mães, tudo
mudou e elas se viram capazes de coisas que nunca antes seriam em nome daquela
criança indefesa, ingênua, dependente de seus cuidados, de sua proteção e de
sua afeição. O amor por um filho muda. Assim como o amor por uma pessoa que
se tornou especial e conquistou morada no coração. Já ouvi coisas como “Fulano
faz tão bem a Ciclano…”. Isso porque o amor, como mencionei, convida-nos a
sermos melhores. Queremos manter aquele alguém. Queremos cuidar dele e
protegê-lo. Queremos que nossos sentimentos se acresçam e cresçam. Queremos que
uma história seja além de escrita, vivida. Queremos que a eternidade
seja o nosso destino. E para isso, sabemos, precisamos ser bons,
precisamos ser melhores. E isso nos muda e transforma. Isso nos encoraja e
enche de forças por seguirmos por caminhos desconhecidos, caminhos que,
sabemos, garantirão que em nossas mãos mantenhamos aquele coração.
Só
que isso só acontece quando o amor é verdadeiro e é profundo. Quando há um comprometimento
fiel a esse sentimento tão nobre. Quando há a noção de que ele não se sustenta
de forma espontânea e superficial, mas dependente de nosso cuidado e zelo.
Quando há uma entrega genuína e interessada. Quando há o desejo por senti-lo
profunda e concretamente. Quando verdadeiramente há o desejo por manter por
perto aquele que alegra o nosso coração. Daí tantos “amores” se dissolverem
feito sal. Seriam verdadeiros? Genuínos? Reais? Não dá para se
enganar em relação aos sentimentos. Ou existem ou não existem. Não se finge
amor, pois, por mais que o simulem, o tempo se encarrega de descortinar a vida.
O
amor muda, é verdade.
Mas
só o amor que, além de real, é profundamente sentido pela alma.
(Texto
de Amilton Júnior - @c.d.vida)
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